Archive Page 2

Você e eu no mesmo barco

A coluna desta semana está atrasada pelo mesmo motivo que as minhas unhas ainda estão por fazer. Ainda não organizei a mala para a viagem de final de semana e o cachorro pula na janela, com a bolinha na boca, implorando atenção enquanto escrevo este texto. O tanque entrou na reserva e ainda não passei no posto de combustível. Meu armário vai esperar mais uma semana para ser organizado e ainda bem que meu marido aprendeu a cuidar das próprias roupas (e até das minhas!). Valeu sogra, por educá-lo assim.
Gazeei a academia hoje para tentar colocar as tarefas em dia. Sento em frente ao computador para escrever e lembro que não ponho comida no estômago há umas oito horas. Não estava sentindo fome até lembrar disso. Resultado: caio de boca no que sobrou do pote de sorvete guardado no congelador. A TPM me fez desejá-lo a tarde inteira. Permito-me o doce para equilibrar o nível de serotonina e, quem sabe, refrescar as ideias. Tem dias que nossa cabeça ferve.
São tantas decisões a tomar, tantas pessoas com quem se relacionar, tantos atalhosa tomar no trânsito, tanta paciência ao telefone, tantos e-mails para responder, tantos projetos para iniciar, tantos relatórios para analisar, sem falar na consulta e os exames médicos que você nunca marca. E que quando marca, ainda esquece ou remarca por conta de um imprevisto. E acabo de lembrar que tem uma semana que não ligo para minha mãe e para lá de um mês que não levo o cachorro para passear. E agora o cachorro também late porque já está com fome.
Entre ontem e hoje pensei em iniciar essa coluna umas três vezes. Fracassei. Entre um compromisso e o próximo, não tive nenhuma inspiração. Cheguei em casa e, durante o banho, fiquei lembrando de como usamos o tempo como bengala quando nos falta assunto. E aí pensei que falar da falta dele, hoje em dia, faz muito mais sentido.E aqui estou, na maior franqueza, compartilhando com o leitor minha corrida contrao relógio. Na esperança de que ele se comova e, quem, sabe, comente abaixo o quanto também se identifica comigo.
E aí, tamo junto?

(texto publicado na coluna Reflexões da Carina no site: http://www.reportercamboriu.com.br no dia 20 de novembro de 2015)

Anúncios

Existo, logo posto

Não temos mais interesse na vida real. Iniciamos um assunto, seja ele trivial ou realmente importante e, dez segundos depois, o indivíduo já dispersou da conversa. Da noite para o dia nos vimos feito bobos falando para o nada. Faça o teste. Experimente contar uma história com mais de 140 caracteres. Pare na metade do assunto e espere pra ver se alguém percebe que ela ficou pela metade. Verás que raramente alguém se manifesta.

Viver tornou-se menor do que uma postagem em rede social. Existo, logo, posto. Sem perceber direito como, nem quando, nós incorporamos este mundo virtual onde só existimos se postamos algo. E para não sermos esquecidos e completamente ignorados da vida social, nos rendemos a essa extrema exposição de nosso cotidiano e de nossos sentimentos. Isso porque nos vimos sem ter com quem compartilhar o dia a dia.

Imagem extraída da página: http://ninhodemafagafas.com/

Imagem extraída da página: http://ninhodemafagafas.com/

Nunca tivemos tantas pessoas sabendo de nós pela web, nem nunca nos sentimos tão solitários no mundo. Nossa timeline parece uma competição de demonstrações de amor, felicidade, amizade e devoção. Mas pouca parte disso se manifesta no mundo real. Não me admira o índice de suicídios que vimos por aí. Especialistas no assunto dizem que um suicida dá pelos menos 16 sinais de que está passando por graves dificuldades emocionais. Mas quem é que enxerga?

Ainda que um assunto inteligente na vida real não tenha a mesma audiência que uma bobagem que você posta em rede, nosso valor é medido na quantidade de likes e compartilhamentos que recebemos na web. Assim somos “vistos” no mundo.  E no dia seguinte talvez alguém comente sobre a postagem do dia anterior e você consiga estender o assunto até uns 200 caracteres – não se anime muito, não está fácil pra ninguém competir com um celular conectado a um bom 3G.

Se não participamos ativamente de nenhum grupo no WhatsApp, não temos seguidores no Instagram ou no Facebook, então, nos tornamos ermitões desinformados e solitários. Este consumo compulsivo de novas mídias é assustador, mas compreensível. Buscamos aqui, na palma de nossa mão, a amizade que se perdeu, quem nos ouça, nos compreenda, se interesse pelo que temos a dizer, alguém que reconheça nosso valor no mundo, que nos dê conselhos sobre a vida, divida suas angústias, nos diga o quanto somos queridos em nosso aniversário, repare na nossa roupa nova, na unha bem feita ou no corte de cabelo.

Amizade virtual, felicidade virtual, vida virtual. Vivemos para ter o que mostrar na rede sobre nossa existência porque, pra grande parte de nós, viver tornou-se imensamente menor do que postar. Enquanto na vida real é raro encontrar uma agenda disponível para um chope, na virtual sempre terá alguém conectado pra curtir aquilo que postamos. E a menos que se pague terapia para ter alguém que nos ouça, a internet parece ser o que nos resta.

Será que isso tem volta?

Ps: Aceitando convite pra tomar chope.

#VidaVirtual #DiárioDeCarina

Um ano de aventuras da terrível e adorável Sophia

Imagem

Era uma vez sete bolinhas de focinho rosa. Sete bolinhas fofas e travessas. Três dias depois de nascerem, uma delas se enfiou numa fresta, sendo necessário quebrar o muro do vizinho para retirá-la sem ferimentos. No dia seguinte uma forte chuva de verão alagou o quintal e, poucos minutos depois, outra delas foi retirada desacordada, com sinais de afogamento.

Desespero.

Hanna, a pobre mãe, era sugada o dia inteiro. Semanas depois já fugia feito “diabo da cruz”. Era engraçado ver a ninhada inteira perseguindo-a ao redor da casa, bebês desesperados por uma mamada e a pobre Hanna seca e desnutrida, embora comesse o triplo da quantidade de ração.

Certa vez, uma cadelinha muito atrevida foi mordida ao tentar disputar sua comida. E ela nem podia reclamar de não ter sido avisada, bem que a mãe rosnou pra ela. Por muito tempo ficou a cicatriz. Era Sophia, desde pequena, já tentando dominar o pedaço.

Também teve a fase da corrida para o veterinário para salvar suas vidas. Foram perdidos dois filhotes e foi triste. Muito triste.

Muitos emoções em poucas semanas e chegou o momento do desmame. Cleber e Carina, os donos, nunca sentiram-se pessoas tão cruéis e cretinas quanto o dia em que deixaram dois dos filhotes na Pet Shop do Supermercado Angeloni e foram embora.

Felizmente eles também aprontaram por lá e lhes foram devolvidos no final do mesmo dia. Um desapontamento chegou a ser ensaiado, mas no fundo ficaram muito aliviados porque não queriam que os filhotes fossem entregues a um completo desconhecido. Eles precisavam saber que estariam em boas mãos. E assim foi.

O combinado, desde o princípio, era ficarem apenas com a Hanna. Mas numa das idas e vindas ao veterinário, uma cadelinha gulosa os convenceu a ficarem com ela. Foram buscá-la no final do dia e quando saiu da sala, no colo do veterinário, ela os reconheceu imediatamente. Saltou no chão e atravessou a sala toda contente para encontrá-los.

Como resistir?

Um ano se passou e ela continua aprontando pela ninhada inteira. Ainda na semana passada arrastou o Cleber pela rua até um portão para enfrentar um cachorro que latia do outro lado. O resultado foi um focinho mordido e uma cicatriz profunda no nariz. Sophia é, de longe, o cão mais levado que já viram.

Os prejuízos materiais são grandes e eles ficam furiosos toda vez que ela arranca as roupas do varal para comê-las ou quando destrói as plantas do quintal e espalha lixo por todos os lados. Eles reclamam e xingam muito, mas sabem que a recompensa da sua lambida, no final do dia, vale cada centavo.

ImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagem

Olhem os vídeos abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=YhzAZlJtgT4&list=UUP_xwAvlTTVObMBTAxlKINg

http://www.youtube.com/watch?v=FN5u_s5XS88&list=UUP_xwAvlTTVObMBTAxlKINg

Politicamente Incorreta

(Imagem extraída do site: gartic.uol.com.br)

(Imagem extraída do site: gartic.uol.com.br)

O mendigo, que ronda o bairro da empresa onde trabalho, esteve pela vigésima vez no escritório vendendo o que chama de artesanato (uma latinha de refri vazia recolhida do lixo, diga-se de passagem, sem arte alguma).

Perguntei se aceitava comida e ele disse que sim. Fui até a copa e vi um pote de bolachas e, na fruteira, bananas fresquinhas. Pensei que, em seu lugar, eu iria preferir as frutas. Entreguei duas ao homem que recusou prontamente.

– Ah, não, banana de novo. Pensei que fosse bolacha.

Eu respondi que tinha o biscoito e pedi para esperar que eu fosse até a cozinha buscar. Voltei com alguns e, para minha surpresa, o homem voltou a recusar a oferta num tom grosseiro de voz.

– Não quero isso daí não, moça. Guarda pra você. Se tu não quer ajudar, não precisa me humilhar. Eu sou um homem desempregado, mas servi na saúde por 16 anos. Isso daí pra mim não serve. Se quiser doar, então faz tudo certinho. Olhe o que eu comprei com um real – falou apontando um pacote de pipoca Bilú dentro da sacola do supermercado.

Quando vi o que o homem considerava um alimento digno, confesso, senti-me ingênua por ter oferecido as frutas. Como pude esperar que aquele ser ignorante e alienado, parado em minha frente, tivesse alguma noção sobre alimentos nutritivos?

No final das contas eu, que sempre tive compaixão pelos fracos e oprimidos, vi-me mandando o homem embora, já que mesmo nessa situação não era capaz de ser humilde e aceitar o que lhe era dado de bom coração. Também pedi que não aparecesse mais.

E o homem saiu resmungando porta afora.

Deus sabe que não gosto de humilhar e revidar ofensas, ainda mais de pessoas em condições como essa. Mas uma frase que tempos atrás ouvi de uma professora, pelo menos nesse momento, fez todo sentido para mim.

– Carina, algumas pessoas simplesmente não merecem nossa educação. Não estão acostumadas a isso. Seja curta e grossa com elas e, então, entenderão o que deseja lhes dizer.

Tenho que dar a mão à palmatória. Ela tinha razão.

Happy Birthday to you!

(Foto: Adriano Fernandes)

(Foto: Adriano Fernandes)

Sempre achei meio piegas dizer que faltam palavras para expressar o que se sente, porque até então as palavras sempre saíram de mim mais rápido do que as podia perceber ou escolher. Mas com você sempre é diferente. Tenho aprendido que quanto maior o desejo de manifestar nosso carinho por alguém, mais complicado se torna escolher as palavras certas.

Você é essa diferença pra mim, torna meu sono mais tranquilo, preenche meus dias.  Você trouxe um novo sentido na minha vida, não que eu já não tivesse um bom, mas o que veio contigo é mais legítimo e mais feliz. Você é um sonho possível e acho que é isso que te torna tão especial. Contigo aprendi que a felicidade mora na simplicidade. Seja dos sentimentos, seja do modo de encarar as coisas.

Descobri a alegria nas besteiras que podemos dizer um ao outro sem nem medir as consequências, porque tudo sempre é perdoado. Ela também está presente no jantar que compartilhamos e até no desarrumado que fica na casa, porque nada era mais triste do que voltar ao lar e encontrar tudo exatamente igual.

O que estou tentando dizer é que você me faz bem. É esse mesmo bem que eu desejo pra ti no seu aniversário e todos os outros dias da sua vida. Seja feliz meu príncipe, porque do resto a vida se encarrega.

Amo você!

A beleza está nos olhos de quem vê

Praia Grande (SC) vista da Serra do Faxinal

Praia Grande (SC) vista da Serra do Faxinal

Outro dia minha prima Elaine, que mora em Curitiba, contava sobre como achava tudo tão lindo em nossa cidade natal e que sempre voltava de lá achando tudo mais esplendoroso do que era antes. Ela ficou surpresa quando um amigo passou por aquelas bandas e veio tomar-lhe satisfações do lugar tão bonito que ela sempre lhe falara, mas que ele não havia reparado coisa alguma.

É claro que a beleza estava nos olhos de minha prima, que nasceu lá e tem grandes laços com aquele lugar e com as pessoas que lá  vivem, enquanto seu amigo, não permaneceu na cidade mais do que o tempo suficiente para tomar um café na lanchonete do posto de gasolina.

Só que para algumas pessoas, não seria necessário muito mais tempo do que isso para encantarem-se com a pracinha de cidade pequena, as torres majestosas da Igreja no centro da cidade, as águas cristalinas correndo sob a ponte, as pessoas amáveis andando pelas ruas, a imponente cadeia de montanhas cercando tudo e oferecendo aquele ar provinciano de cidadezinha do interior.

Talvez o tal amigo esperasse encontrar mais uma belíssima praia catarinense ou, quem sabe, grandes edificações de descendentes europeus, ou ainda, uma cidade super estruturada, com shoppings centers, grandes bares, restaurantes temáticos e casas noturnas como as da nossa capital e demais cidades turísticas do Estado. Pode ser que sim. E não estaria errado por isso. Já devíamos estar acostumados com essa diferença cultural entre as pessoas.

É quase como aquele dia em que sua amiga, de vinte e poucos anos, admitiu considerar o Antônio Fagundes um cara atraente enquanto você o considera alguém tão sensual quanto o seu tio-avô. Ou então, como aqueles dias em que tem a necessidade de ficar ouvindo uma canção seguidas vezes a fim de prolongar uma sensação de alegria, tristeza ou nostalgia e as pessoas ao seu redor ficam protestando porque não conseguem compreender isso.

É realmente estranho que certas coisas nos emocionem ao mesmo tempo em que provocam coisa alguma em quem está ao nosso lado. Mas a verdade é que um quadro, uma música, uma fotografia, uma paisagem, uma escultura, um livro, um poema, um lugar qualquer perdido na lembrança, nada disso provoca absolutamente nada. O que dá sentido e beleza a tudo isso, caros amigos, é o sentimento de quem o percebe. Trocando em miúdos, a beleza está nos olhos de quem vê.

 

Cânion Churriado

Cânion Churriado

Morro dos Cabritos

Morro dos Cabritos

Cachoeira Índios Coroados

Cachoeira Índios Coroados

 

A tecnologia evoluindo mais rápido do que nós

Imagem extraída do blog: deciocoelho.blogspot.com

Imagem extraída do blog: deciocoelho.blogspot.com

Ainda ontem o mundo era diferente. Hoje cedo acordamos, abrimos a janela do quarto e nos deparamos com um universo ao nosso alcance, de um jeito que nunca imaginávamos encontrar.

Até ontem a pesquisa era feita na biblioteca da escola. Hoje cheguei na pós-graduação e o professor citou um autor qualquer durante a aula e no mesmo instante o Google nos apresentou diversas páginas de sua biografia completa via celular. E isso é muito bom.  Facilitou nossa vida, a troca de informações e a propagação do conhecimento.

Além de nos apresentar o mundo, o avanço dessas novas tecnologias também nos permitiu difundir nossas ideias em poucos segundos para milhares de pessoas, seja através de um artigo de relevância científica, de um blog qualquer ou de um curto post no Twitter. Com isso também passamos a ter o poder de influenciá-las, instigá-las, criticá-las e até mesmo ofendê-las sem mesmo sair de nossas casas.

É inegável que muita coisa mudou em muito pouco tempo. Mas é preciso considerar que a palavra ainda possui força imensa e continua inteiramente ligada às relações de poder, sendo instrumento importante nas relações humanas.

Assim, quem tem o dom da palavra ainda possui a capacidade de conquistar, seduzir, distorcer realidades, iludir pessoas, magoar, oprimir e, por vezes, até humilhar. Algumas vezes com intenção de fazê-lo, outras, simplesmente por extrapolar o modo como expõe seu pensamento ao outro. As redes sociais, nesse contexto, estão à mercê do nosso bom senso – que, infelizmente, nem sempre acorda de bom humor.

A verdade é que a tecnologia avançou numa velocidade incompatível ao nosso próprio desenvolvimento e nos pegou meio despreparados, com as calças nas mãos. Mas de tudo que foi feito e dito, o que fica é que ainda temos um longo caminho a percorrer até encontrarmos um ponto de equilíbrio. Não me perguntem onde fica, também não sei dizer. Também sou do tempo em que trocar bilhetinhos durante a aula era a forma mais rápida de comunicação com os colegas.

Mas sei que até lá, muitas farpas serão trocadas via Facebook, muitos conflitos e ultrajes serão disseminados, muitas feridas ainda serão abertas. Que saibamos educar nossos filhos para lidar com este mundo novo, porque nossa geração foi pega de surpresa e ainda está engatinhando neste caminho onde as regras de convivência parecem muito diferentes das que aprendemos com nossos pais.


Já passaram pelo Diário

  • 163,975 visitantes

Digite seu email para acompanhar o Diário de Carina e receber notificações de novos posts via e-mail.

Junte-se a 261 outros seguidores

Social

Carina por ela mesma

Brasileira. Catarinense, mas quase gaúcha. Filha da dona Rozalina e do seu Alírio. Praiagrandense e acolhida pela cidade de Itajaí/SC. Neta da dona Floripe e do nono Carboni. Jornalista. Recém-casada. Esposa do Cleber. Idealista por natureza. Cantora de chuveiro. Ariana. Gremista. Ex-coroinha. Blogueira. Egressa do Bulcão Viana e da Univali. Tem especialização em Comunicação Empresarial, mas o rádio é a sua grande paixão.

Foi um desastre nas aulas práticas de educação física, mas tirou boas notas em redação durante o ginásio e o colegial. Desde o berço o seu lance é comunicação, dizem que aprendeu a tagarelar antes mesmo de dar os primeiros passos. Em 86 encantou fiéis com assovios durante as missas. Em 99 devorava três livros por semana e era fã de Sandy e Júnior. Locutora de Rádio entre 2002 e início de 2006. Cursou Letras na Unisul em 2005. Logo depois, ao sair de casa para morar 400 km distantes da terrinha natal, também viria a tornar-se escrava do lar.

Rói as unhas quando está nervosa. Gosta de café com leite, mas com mais café do que leite. Ansiedade é a sua marca. Tem saudades de casa, mas viaja pouco porque odeia congestionamentos. Gosta de dançar e de comer leite condensado de colher. Ouve Marisa Monte pra ficar em paz e faz faxina de vez em quando.

Como jornalista está ciente que hard news não é muito a sua praia. Tem carteira de habilitação, mas paga pra não precisar dirigir carro. Gosta de maquiagem e literatura. Adora contar histórias e receber comentários neste blog.

Essas são algumas impressões sobre si mesma. Sinta-se a vontade para ter as suas próprias e volte sempre que quiser.

Eles passam por aqui

Anúncios

%d blogueiros gostam disto: