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PROFISSÃO: Especialista em Generalidades

Quanto mais o tempo passa, mas me certifico de que o maior desafio de ser jornalista é ter de saber sobre tudo. Nós, acadêmicos, passamos quatro anos na faculdade aprendendo técnicas de reportagem e entrevista, lead, pirâmide invertida, teorias de comunicação e ética, como elaborar cabeças, offs, roteiros, edição de sonoras e tudo mais. Embora este conteúdo seja essencial a um profissional do jornalismo, sabemos que o mercado nos exigirá conhecimentos que não fizeram (e nunca farão) parte da nossa grade curricular.

É impossível imaginar um bom jornalista que não entenda das demais áreas de estudo: política, economia, história, geografia, saúde, conhecimentos gerais e, sobretudo, de LÍNGUA PORTUGUESA. A Jornalistapropósito, não consigo entender como alguém deseja ser jornalista sem ter preocupação com o conhecimento do próprio idioma. E ollha que tem muito acadêmico, até mesmo profissional de mercado, escrevendo mal por aí. Muito mais do que se imagina.

Mas não escrevi este post para criticar os assassinos do português, e sim para falar de minha ansiedade. Hoje posso dizer que entendo o que o professor Magru disse na primeira semana de aula “Mesmo que vocês estudem, sairão daqui com a sensação de que não aprenderam nada”. É a mais pura verdade. Sairei daqui sabendo sobre as mais diversas técnicas de abordar a informação social, mas ainda ignorante sobre todo conhecimento de mundo necessário para ser uma boa jornalista.

A solução? Antes de tudo ter muita humildade para admitir não saber sobre tudo – o que é bastante difícil já que a maioria dos jornalistas é arrogante. Depois disso, o jeito é ler. Ler. Ler. Perguntar. Perguntar. Perguntar. Pesquisar. Pesquisar. E pesquisar. A bagagem será construída com o tempo.

A faculdade, caros amigos focas, é apenas o começo de um longo caminho a ser trilhado.


Enquanto isso a vida segue…

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Gabriel García Márquez

"A ética não é uma condição ocasional no jornalismo, mas deve acompanhá-lo sempre, como o zumbido acompanha a abelha."

Carina por ela mesma

Brasileira. Catarinense, mas quase gaúcha. Filha da dona Rozalina e do seu Alírio. Praiagrandense e acolhida pela maravilhosa cidade de Itajaí/SC. Neta da dona Floripa e do nono Carboni. Aspirante a jornalista. Namorada do Cleber. Cantora de chuveiro. Ex-coroinha. Prima do Alain. Colega da Luana Lemke. Blogueira. Egressa do Bulcão Viana.

Foi um desastre nas aulas práticas de educação física, mas tirou boas notas em redação durante o ginásio e o colegial. Desde o berço o seu lance é comunicação, dizem que aprendeu a tagarelar antes mesmo de dar os primeiros passos. Em 86 encantou fiéis com assovios durante as missas. Em 99 devorava três livros por semana e era fã de Sandy e Júnior. Locutora de Rádio entre 2002 e início de 2006. Cursou Letras na Unisul em 2005. Logo depois, ao sair de casa para morar 400 km distantes da terrinha natal, também viria a tornar-se escrava do lar.

Rói as unhas quando está nervosa. Vai tirar o aparelho (dos dentes) só no ano que vem. Gosta de café com leite, mas com mais café do que leite. Tem saudades de casa, mas viaja pouco porque odeia andar de ônibus. Gosta de dançar e de comer leite condensado de colher. Tem 23, mas parece ter menos. Ouve Marisa Monte pra ficar em paz e faz faxina todos os sábados.

Dica: Se não gosta de pimenta, alho e cebola, não prove do seu tempero.

Vai ser jornalista mas hard news não é a sua praia. Ainda não tem carteira de habilitação. Gosta de maquiagem e literatura, mas entre ser bonita ou inteligente, fica-com-a-inteligência-obrigada. Adora receber comentários neste blog e ver o índice de visitantes crescerem a cada dia. Pode ser que ela esteja no caminho certo, mas ela sabe que somente o tempo é quem vai dizer.

Essa é a versão da Srta. Carina Carboni by ela mesma. Sinta-se a vontade para ter a sua.

Luiz Fernando Veríssimo

"A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer "escrever claro" não é certo mas é claro, certo?"

Sobre a isenção jornalística

"A isenção é como a felicidade. Em termos absolutos e permanentes, é inalcançável, mas nem por isso deixamos de correr atrás dela.

A felicidade e a isenção estão onde nunca poemos os pés. Mas por que parar de caminhar se a caminhada nos faz bem e nos torna pessoas melhores?"

- Franklin Martins

Todo mundo Lê o Diário

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