
Tanta coisa a ser feita, mas sem saber por onde começar. Professores lotando minha cabeça com frases de efeito. Frases que deveriam servir de motivação, mas no meu caso tem acabado em unhas roídas, queda de cabelo, noites de insônia e crises de identidade no sétimo período da faculdade. A verdade é que, aos quinze, eu tinha mais certeza do que seria do que aos vinte e três.
Parece esquisito, mas às vezes tenho a sensação de não ser digna das médias razoáveis registradas lá no meu histórico. E me sinto culpada em tirar nove porque a reportagem que li na Istoé, sobre o mesmo tema que escrevi, tava mil vezes mais bem escrita que a minha. Só pra ser honesta, comparado a ela o meu texto tava um lixo.
É como estar perdida próximo da saída do túnel e sentir que deveria voltar ao começo e refazer o caminho de modo diferente. Como se tudo que foi aprendido até aqui, não fosse o suficiente para ser uma profissional decente. Será que um aluno de música, a dois semestres da formatura, também se sente assim?
É que houve um tempo no qual eu não possuía a pretensão de ser jornalista.


Você não deveria se menosprezar tanto. É lógico que isto passa conforme vai ganhando experiência.
Você ainda é uma acadêmica, quem escreveu na Istoé com certeza já tem alguns anos de estrada.
Os professores sabem os critérios que devem avaliar seus alunos, nove é uma nota ótima, e se você tirou, é porque está no caminho certo.
Se serve de consolo… eu bem tenho saudade de sentir essas paranóias…hauahauahuahauahua
Beijãoo!
Oi! Isso passa sim pode ter certeza. Quanto mais perto do final do curso chegamos, vem milhares de dúvidas… Mas com certeza o caminho que seguimos é o certo e com o tempo os textos vão ficando cada vez melhores!! Ah! E não menospreze o 9,0 hein?! Bjão e sucesso