Arquivo para Fevereiro, 2009

Barbie é uma cinquentona

barbie502Eu quis ser sua amiga logo que a vi. Fiquei encantada com seus longos e belos cabelos loiros, tão diferentes dos meus. Magra, seios acentuados, ela tinha pernas longas que eu já desconfiava que nunca viria a ter – quinze anos depois percebo que eu tinha absoluta razão (risos).

 

Ela era a sensação do momento. Custava caro, mas a irmã mais velha da minha amiga tinha uma. E nós a queríamos também. No caminho da escola, sempre parávamos na vitrine do Mercado da Dona Alba. Ficávamos ali, feitos duas estátuas, só olhando pra ela.

 

No meu aniversário de sete anos, finalmente eu a ganhei. Minha mãe a comprou no camelô, mas eu nem me importei com o fato de não ser original. Ela era linda do mesmo jeito. Com seus quasea-maquiagem-de-barbie11 trinta centímetros, ela estava radiante em seu vestido de festa vermelho.

 

Eu não sabia que Barbie, como me foi apresentada, tratava-se na verdade de Barbara Millicent Robert nascida em Nova York em 09 de março de 1959. Puxa, ela tinha (e tem) quase a idade da minha mãe!!!

Segundo seu site oficial, ela já teve 108 profissões. As roupas e acessórios combináveis chegaram a um bilhão de peças. O brinquedo mais vendido no mundo até hoje, segundo pesquisas de mercado, chegou a ter um uniforme aprovado pelo Pentágono, para seu alistamento no exército americano em 1989.

A boneca que chegou a custar na minha infância o equivalente a quase um salário mínimo, hoje pode ser encontrada por menos de vinte reais. Segundo a matéria divulgada na Folha de São Paulo, as vendas da boneca caíram em 2008, pelo sétimo ano consecutivo.

As vésperas de completar 50 anos, a verdade é que Barbie vive um período de decadência. Mesmo assim, ao meu ver, ela continua imbatível. Jovem, com meia idade ou até idosa – se preferirem. Ela fez parte de bons momentos da minha vida e para sempre será parte das melhores lembranças de minha infância.

TODO-MUNDO-MERECE-UM-NAMORADO-FOFO

Após um dia desastroso no trabalho, meu namorado passa lá em casa de surpresa – cá entre nós, a melhor coisa do mundo é um colinho de namorado num dia assim.

No dia seguinte, ele deixa esse vídeo fofo na minha página de recados (do Orkut). Gostei tanto que decidi postar aqui:


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Gabriel García Márquez

"A ética não é uma condição ocasional no jornalismo, mas deve acompanhá-lo sempre, como o zumbido acompanha a abelha."

Carina por ela mesma

Brasileira. Catarinense, mas quase gaúcha. Filha da dona Rozalina e do seu Alírio. Praiagrandense e acolhida pela maravilhosa cidade de Itajaí/SC. Neta da dona Floripa e do nono Carboni. Aspirante a jornalista. Namorada do Cleber. Cantora de chuveiro. Ex-coroinha. Prima do Alain. Colega da Luana Lemke. Blogueira. Egressa do Bulcão Viana.

Foi um desastre nas aulas práticas de educação física, mas tirou boas notas em redação durante o ginásio e o colegial. Desde o berço o seu lance é comunicação, dizem que aprendeu a tagarelar antes mesmo de dar os primeiros passos. Em 86 encantou fiéis com assovios durante as missas. Em 99 devorava três livros por semana e era fã de Sandy e Júnior. Locutora de Rádio entre 2002 e início de 2006. Cursou Letras na Unisul em 2005. Logo depois, ao sair de casa para morar 400 km distantes da terrinha natal, também viria a tornar-se escrava do lar.

Rói as unhas quando está nervosa. Vai tirar o aparelho (dos dentes) só no ano que vem. Gosta de café com leite, mas com mais café do que leite. Tem saudades de casa, mas viaja pouco porque odeia andar de ônibus. Gosta de dançar e de comer leite condensado de colher. Tem 23, mas parece ter menos. Ouve Marisa Monte pra ficar em paz e faz faxina todos os sábados.

Dica: Se não gosta de pimenta, alho e cebola, não prove do seu tempero.

Vai ser jornalista mas hard news não é a sua praia. Ainda não tem carteira de habilitação. Gosta de maquiagem e literatura, mas entre ser bonita ou inteligente, fica-com-a-inteligência-obrigada. Adora receber comentários neste blog e ver o índice de visitantes crescerem a cada dia. Pode ser que ela esteja no caminho certo, mas ela sabe que somente o tempo é quem vai dizer.

Essa é a versão da Srta. Carina Carboni by ela mesma. Sinta-se a vontade para ter a sua.

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Luiz Fernando Veríssimo

"A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer "escrever claro" não é certo mas é claro, certo?"

Todo mundo Lê o Diário

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