Arquivo para Janeiro, 2009

Um “Yes coletivo” para Obama

01722801900

No meu grupo de amigas, sempre que desejamos enfatizar aprovação sobre alguma coisa, uma de nós costuma dizer:

- Isso merece um “Yes coletivo”.

E, imediatamente, o restante do grupo responde em coro:

-Y- eeeeeeeeeeeees!!!

Tudo bem. Admito que, para quem está de fora deste ritual de comemoração, ele pareça extremamente ridículo, infantil e tudo mais. Mas a discussão não é essa. Quero falar de uma coisa séria.

Confesso que estava considerando demasiada a expectativa e a cobertura que a mídia vinha fazendo sobre o governo de Barack Obama – em partes ainda acho meio fútil ficarem fazendo matéria sobre o vestido que a primeira-dama americana usaria na posse.

Contudo, a verdade é que fiquei muito, mas muito satisfeita mesmo com a primeira lei que o presidente americano aprovou sobre a igualdade de salários entre homens e mulheres nos EUA. Nada mais justo. Agora posso dizer que Obama conquistou o meu respeito.

A igualdade salarial não é uma questão de feminismo, mas de justiça familiar, disse o presidente. Segundo ele,  a discriminação salarial faz com que as famílias tenham menos dinheiro para educação, saúde ou para sua própria aposentadoria.

Sendo assim, não só mulheres, mas homens, crianças, idosos, papagaios… Enfim, o mundo inteiro deve torcer para que isso vire lei em outros países também. E claro, fazer um “yes coletivo” para Obama.

Confira os detalhes sobre a assinatura da lei de Igualdade Salarial:http://noticias.terra.com.br/interna/0,,OI3480443-EI188,00-Obama+assina+lei+sobre+igualdade+salarial+nos+EUA.html

Ninguém merece I

Tenho me sentido o verdadeiro muro das lamentações, nos últimos tempos. Estou de saco cheio de atender ao telefone. Cansada de resolver os problemas dos outros o dia inteiro. As pessoas ligam para perguntar as coisas mais estúpidas do mundo.

 

Estou desde sábado esperando o moço vir entregar a bombona d’água que deixei paga. E o pior é que nem posso considerar “problema” o fato de não ter como passar lá, em horário comercial, pra reclamar. E isso é o de menos importante agora.

 

Gostaria de ter um número de telefone para ligar e resolver os meus próprios problemas.

 

Por hoje é só.


Enquanto isso a vida segue…

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Gabriel García Márquez

"A ética não é uma condição ocasional no jornalismo, mas deve acompanhá-lo sempre, como o zumbido acompanha a abelha."

Carina por ela mesma

Brasileira. Catarinense, mas quase gaúcha. Filha da dona Rozalina e do seu Alírio. Praiagrandense e acolhida pela maravilhosa cidade de Itajaí/SC. Neta da dona Floripa e do nono Carboni. Aspirante a jornalista. Namorada do Cleber. Cantora de chuveiro. Ex-coroinha. Prima do Alain. Colega da Luana Lemke. Blogueira. Egressa do Bulcão Viana.

Foi um desastre nas aulas práticas de educação física, mas tirou boas notas em redação durante o ginásio e o colegial. Desde o berço o seu lance é comunicação, dizem que aprendeu a tagarelar antes mesmo de dar os primeiros passos. Em 86 encantou fiéis com assovios durante as missas. Em 99 devorava três livros por semana e era fã de Sandy e Júnior. Locutora de Rádio entre 2002 e início de 2006. Cursou Letras na Unisul em 2005. Logo depois, ao sair de casa para morar 400 km distantes da terrinha natal, também viria a tornar-se escrava do lar.

Rói as unhas quando está nervosa. Vai tirar o aparelho (dos dentes) só no ano que vem. Gosta de café com leite, mas com mais café do que leite. Tem saudades de casa, mas viaja pouco porque odeia andar de ônibus. Gosta de dançar e de comer leite condensado de colher. Tem 23, mas parece ter menos. Ouve Marisa Monte pra ficar em paz e faz faxina todos os sábados.

Dica: Se não gosta de pimenta, alho e cebola, não prove do seu tempero.

Vai ser jornalista mas hard news não é a sua praia. Ainda não tem carteira de habilitação. Gosta de maquiagem e literatura, mas entre ser bonita ou inteligente, fica-com-a-inteligência-obrigada. Adora receber comentários neste blog e ver o índice de visitantes crescerem a cada dia. Pode ser que ela esteja no caminho certo, mas ela sabe que somente o tempo é quem vai dizer.

Essa é a versão da Srta. Carina Carboni by ela mesma. Sinta-se a vontade para ter a sua.

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Luiz Fernando Veríssimo

"A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer "escrever claro" não é certo mas é claro, certo?"

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